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O presidente da câmara de Gondomar, Marco Martins, considerou hoje que a aprovação pelo Governo do novo regime jurídico dos transportes públicos foi feita "à revelia" dos autarcas, vendo a medida como "desastrosa" para a região do Porto.

"Até admito que possa servir Lisboa, mas para o Porto é desastroso. Isto é mais um tiro no pé que o Governo deu e que vai prejudicar em muito a Área Metropolitana do Porto (AMP)", disse, à agência Lusa, Marco Martins.

O autarca diz-se "surpreendido pela negativa" pela aprovação ter sido feita "em tempo recorde" e "contrariando tudo aquilo que tinha sido assumido" com os autarcas da AMP, bem como a posição do Conselho Metropolitano do Porto (CmP).

"Foi pedido na quarta-feira da semana passada que os autarcas se pronunciassem. O presidente do CmP, Hermínio Loureiro, disse ao secretário de Estado [referindo-se a Sérgio Monteiro, responsável pela pasta das Infraestruturas, Transportes e Comunicações] que em cinco dias era impossível. Ficou combinado prolongar o prazo, o que não aconteceu. Isto foi feito à revelia dos autarcas", descreveu Marco Martins.

Em causa está uma proposta de lei aprovada quinta-feira que estabelece o regime jurídico do serviço público de transporte de passageiros - rodoviário, fluvial, ferroviário e outros -, incluindo obrigações e respetiva compensação.

 

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